Qual o seu livro sobre Miami Favorito?

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O mais interessante em trabalhar como corretora imobiliária na Grande Miami é poder deliberadamente fotografar imóveis e o estilo  da cidade diariamente. Minha galeria na instagram é um lembrete do muito a aprender sobre a história atrás de cada imóvel.

Afinal, a história da cidade é o que faz o mercado imobiliário tão interessante (além dos honorários, é claro). Quem hoje vê os moderníssimos edifícios de Sunny Isles, tais como o novo projeto de Gil Dezer,  Porshe Design Towers, e os totalmente vendidos Trump Towers e Jade Ocean, que exuberam o luxo contemporâneo, mal pode imaginar que o bairro era, até o inicio dos anos 70, um conglomerado de  “kitsch” motéis populares com temas diversos, do deserto do Saara ao futurismo.

Miami Beach, Florida. 1962. Bon-Aire Hotel in Sunny Isles . Futurismo! (foto: Elliott Erwitt)

Entre os eruditos que bem contam a historia da cidade, é imprescindível  mencionar o Dr. Paul George, do Historical Museum of Southern Florida, que infatigavelmente conduz centenas de palestras via barco e bicicleta em Miami e o  historiador Seth Bransom, que escreveu vários livros sobre o tema.

“Miami: Mediterranean Splendor and Deco” Dreams de Beth Dunlop

Cartões postais antigos e livros são sempre veículos certos para aprender sobre Miami. Para quem gosta do farto passado arquitetônica da região, vale a pena citar o trabalho da prolifera escritora Beth Dunlop, autora de vários volumes, incluindo o celebrado “Miami: Esplendor Mediterrâneo e Sonhos Deco” (Miami: Mediterranean Splendor and Deco Dreams).

Porém, cabe a uma artista local, Michele Oka Doner, um lugar especial na minha estante. Seu “Miami Beach: Planta de um Paraíso” (Miami Beach: Blueprint of an Eden), publicado em 2005,  é uma viajem a essência de Miami. Tece cultura, arquitetura, horticultura, moda, gastronomia e imóveis em um completo retrato da Cidade Magica.

Gertrude Heller (Oka) posa em jardim em Miami Beach, 1938.

Seguindo a história de sua própria família, (os Okas), e  da família de um amigo de infância (os Wolfsons), a artista intercala  a presença de Eleonor Roosevelt, Morris Lapidus, Frank Sinatra, Jacqueline Kennedy, Jacky Gleason entre poemas, gravuras, cartas e receitas de iguarias locais nas mesas mais aristocráticas de Miami.

Teatro Carib, na Lincoln Rd, Miami Beach, 1950.

Michele traça o desenvolvimento da cidade –desde da virada do século quando John Collins e Carl Fisher secaram parte do mangue do Everglades, importaram areia e criaram o mais famoso playground adulto do mundo,  gerando a especulação imobiliária que continua até hoje, ao glamour dos anos 50 e 60, quando Miami possuía os mais badalados teatros e servia de tela para os nascentes mercados de publicidade e televisão.

Familia Tashiro em frente da Miami Beach Nurseries em 1926. Pai do paisagismo tropical de Miami.

Todavia, é  o  amor de Michele pela historia horticultural da cidade  que domina e impulsiona o  ritmo do livro. A artista traz a visibilidade o trabalho de imigrantes tais como Shige Tashiro, pai do paisagismo da cidade, um dos grandes responsáveis por transformar o mangue no paraíso tropical com raras palmas, plantas e habitats.

 

O acervo fotográfico do livro é  espetacular, porem extremamente pessoal. Conta com fotos de sua mãe e musa, Gertrude Oka, em vários eventos que marcaram época, de desfiles de moda ao ar livre no Roney Plaza  à retirada da fachada do alumínio do Lincoln Theatre para ser transformado em munição  para a Segunda Guerra Mundial.

O livro segue a família Oka ate 1963, quando Keneth Oka, pai de Michele, se aposenta da vida publica depois  dois mandatos como prefeito de Miami Beach.  Era o fim do otimismo americano com o assassinato de Kennedy, a escalada da Guerra do Vietnã e a falida invasão de Cuba.

Michele Oka e sua irma em frente de sua casa em Miami Beach nos anos 50.

[Get Lost on the Translation at Your Own Risk: What’s your favorite Miami Book?]

The most interesting aspect of working as real estate agent in Miami is to be able to deliberately shoot photos of the city in all angles. My gallery in Instagram is a self reminder of how much there is to learn about the history behind each building.

Um dos títulos do prolifero historiador Seth H. Bramson

After all, the history of the city is what makes the real estate market so interesting (besides the commissions, of course). Today, seeing the super modern skyscrapers of Sunny Isles — such as the upcoming Porshe Design Towers, and the sold-out  Trump Towers and  Jade Ocean — one can hardly imagine that the neighborhood that is today  the symbol of contemporary real estate luxury,  was, until the early ’70s, a conglomerate of “kitsch” motels with many different themes, from the Sahara Desert to Jetsonian futurism.

Among the scholars who can tell the story of the city very well, it’s worth mentioning Dr. Paul George, from the Historical Museum of Southern Florida who leads hundreds of lectures and tours via boat and bicycle and Seth Bransom, a historian who has written several books on the history of Miami.

Old postcards and books are always good vehicles to learn about Miami. For those who like to learn the architectural past of the region, it is worth reading the work of Beth Dunlop, author of several books, including the celebrated “Miami: Mediterranean Splendor and Deco Dreams” (Miami: Mediterranean Splendor and Deco Dreams).

However local artist Michele Oka Doner holds special place on my coffee table. Her “Miami Beach: Blueprint of an Eden,” published in 2005, is a journey to the pure essence of Miami Beach. She weaves culture, architecture, horticulture, fashion, food and real estate in a complete picture of the Magic City.

Familia Oka: Getrude & Kenneth Oka com suas filhas.

Following the story of her own family (the Okas), and the family of a childhood friend (the Wolfsons), the artist inserts the presence of Eleanor Roosevelt, Morris Lapidus, Frank Sinatra, Jacqueline Kennedy, Jacky Gleason onto snippets of  her Miami every-day life through poems, engravings , letters and recipes of local delicacies served on the most aristocratic tables of Miami.

Michele traces the development of the city  from the turn of the century,  when John Collins and Carl Fisher dried part of the Everglades swamp, imported sand and created the most famous adult playground in the world.

Mrs. Wofson em sua casa: glamour de Miami Beach, 1956.


She also covers the 50’s and 60’s when Miami had the most exciting theaters in show business. They served as a canvas for the emerging  television and advertising industries.

Howerver it is  Michele’s love for the horticultural history of the city that dominates and paces her book. The artist brings visibility to the work of immigrants such as Shige Tashiro, father of landscaping of Miami,  and who is largely responsible for transforming the swamp land into the  tropical paradise it is today with  rare palms, plants and habitats.

O Lincoln Theater, construido em 1935. Em 1942, seu painel de aluminio foi removido para o esforco da Segunda Guerra. Agora e restaurado pela loja H&M. Photo: @geanemiami

The book’s photographic collection is spectacular yet personal. It contains many pictures of her mother and muse, Gertrude Oka, in various events that marked an era: fashion shows outdoors at Roney Plaza, the removal of the aluminum historic facade of the Lincoln Theatre on Lincoln Road to be turned into ammunition for World War II.

The book follows the Oka family until 1963, when Kenneth Oka, father of Michele, retires from public life after two terms as mayor of Miami Beach. It was the end of American optimism with the Kennedy assassination, the escalation of the Vietnam War and the failed invasion of Cuba.

Special Thanks to my friend Nisi Berryman from NIBA in the Miami Design District for the help on this blog entry!

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Artecity: Investimento Moderno em Miami Beach

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O projeto do Artecity em Miami Beach é uma metáfora perfeita para a evolução do mercado imobiliário em Miami.

O prédio foi  acabado em 2009, meio a crise. Por 2 anos, a estrutura de 6 andares, localizada em uma das áreas mais desejadas da cidade, ficou paralisada. Em Julho de 2011, a ST Residential adquiriu o condomínio — ampliando seu portifolio de luxo que já incluía o Trump Hollywood em Sunny Isles, Paramount Bay no Corredor da Biscayne e Mint Downtown. Em Dezembro, depois de uma tremenda injeção de capital,  principalmente em uma proposta de paisagismo tropical  e infra-estrutura, o prédio abriu para vendas. Em menos de 6 meses, restam apenas 30 dos 201 apartamentos — a maioria dos compradores são europeus e latino-americanos, principalmente brasileiros e argentinos.

Veja o video!

A razão para o sucesso é simples: a localização é perfeita!

Fica a 2 quadras da praia, entre os famosos Setai e W Hotel. Em sua vizinhanca, situam-se as melhores pedidas culturais de Miami Beach: a New World Symphony projetada por Frank Gerry, o Bass Museum, um dos melhores acervos modernos de arte moderna da cidade, o Miami City Ballet, a biblioteca municipal, o Collins Park com suas arvores historicas além da agitada cena da Lincoln Road com restaurantes, lojas e bares. Para completar , a arquiteta Zaha Hadid estará construindo brevemente seu celebrado projeto da garagem do futuro que poderá ser vista das sacadas do Artecity.

[Get Lost in the Translation at Your Own Risk] 

Artecity: a Modern Investment in Miami Beach

The Artecity in Miami Beach is a perfect metaphor for the evolution of the real estate market in Miami. The building was finished in 2009, smack in the middle of real estate crisis. For two years, the six-story structure, located in one of the most desirable areas in the beach was paralyzed.

In July 2011, the Chicago-based ST Residential — a known asset-management company led by by Starwood Capital Group (NYSE: STWD), TPG, WLR LeFrak and Perry Capital —  assumed ownership of the project – expanding its luxury portfolio that already included the Trump Hollywood in Sunny Isles, the Paramount Bay in the Biscayne Corridor and Mint in Downtown Miami. In December, after a huge injection of capital, especially in a fresh landscaping plan and infrastructure, the building opened for sales. In less than six months, there are only 30 of the 201 apartments left – most buyers are from Europe and Latin America, especially Brazil and Argentina.

The reason for success is simple: Artecity location is perfect!

It is located 2 blocks from the beach, between the famous and Setai W Hotel. In its neighborhood, one can find the best cultural venues in Miami Beach: New World Symphony designed by Gerry Frank, the Bass Museum, one of the best collections of modern city, the Miami City Ballet, the municipal library, the Collins Park with its historic trees, the nostalgic Fillmore with its top-notch performances and it is  bike ride way from the   bustling scene of Lincoln Road and its restaurants, shops and bars. To complete, the architect Zaha Hadid will be building soon her celebrated garage of the future. Zahid’s masterpiece will be seen from the balconies of the Artecity units.

Murray Dixon Mora ao Lado

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Lawrence Murray Dixon (1901-1949) foi o mais prolífero arquiteto dos anos 30 e 40 em Miami. Trabalhava em tudo — de hotéis a residências a pontos comerciais. Em sua prancheta,  Art Deco se transformou em Tropical Deco– projetando detalhes absorvidos do sol & fauna de uma cidade, onde ate hoje, garças e pavões  selvagens ciscam pelos quintais.

Espremida entre um campo de golfe e a famosa Pine Tree Drive, a bairro de Orchard em Miami Beach e localizado a 3 ou 4 quadras da praia. E o cantinho residencial dos bacanas: surfistas de elite aposentados,  mestres-cucas, professores de Yoga famosos, artistas e boêmios que andam com seus cachorros ou passeiam com os seus bebês no conforto de suas Havaianas.

E uma vizinhança de casas sem pretensão: 3 ou 4 dormitórios, algumas antigas, outras novas. O maximo arrebatado em venda na área foi $900 mil dólares — antes da crise de 2009. Isto e, ate o desfecho de uma mais belas surpresas imobiliárias de Orchard: a descoberta que Murray Dixon também andou por estas bandas.

Amarelada e caindo aos pedaços, a casa foi vendida por $455 mil dólares em junho de 2010. Na descrição, não havia nenhuma referencia ao arquiteto.  Quem comprou sabia o que estava comprando, pois imediatamente entrou com papelada para tombar o imóvel e requisitou permissão especial para uma renovação histórica: a casa foi reconhecida como uma das residências originais desenhado por Dixon.

Quem entra hoje no imóvel tem um choque: os painéis de madeira foram removidos para revelar belos detalhes do relevo original, o mármore tipo Terrazo no chão, foi restaurado ao seu estado original com o  glamour geométrico da era.

A restauração durou pouco mais de uma ano. Em um cheque-mate imobiliário, os arquitetos da renovação conseguiram obter junto aos órgãos de preservação autorização para fazer uma piscina no quintal. A venda esta agora pendente em  1.4 milhões. Murray Dixon ficaria orgulhoso desta casa hoje, mas nao saberia como operar seus modernos electro-domesticos digitais!

[Get Lost on theTranslation at Your Own Risk]

The Murray Dixon Next Door

Lawrence Murray Dixon (1901-1949) was the most prolific architect of 30’s  and 40’s in Miami. He worked on everything – from hotels to homes to commercial sites. In  his drawing board, Art Deco became Tropical Deco – its lines absorbed details of the sun & fauna of a city, where until today, herons and wild peacocks roam the yards.

Squeezed between a golf course and the famous Pine Tree Drive, the Orchard neighborhood in Miami Beach is located 3 or 4 blocks from the beach. It is Miami Beach’s cool neighborhood, where retired elite surfers, chefs, famous yoga teachers, artists and bohemians walk their dogs and push their strollers wearing flip-flops.

Orchard’s homes have no pretension: 3 or 4 bedrooms single houses, some old, some new. The maximum sale in the area never surpassed US $ 900K – and that was before the 2009 real estate crisis. However, the neighborhood is now on fire! And greatly because of  the outcome  of one of the most  beautiful real estate surprises in area: the discovery of the  Murray Dixon next door.

Yellow and crumbling, the house on 31st Street and Royal Palm was sold for US$ 455K in June 2010. In the description, there was no reference to the famous architect. Whoever bought the property knew what he was buying because the owners immediately filed paperwork to turn the property in a historical landmark and requested a special permit for a historic renovation. The house was recognized as one of the original homes designed by Dixon.

Anyone who enters the property is in shock: the wood panels were removed to reveal beautiful details of the original relief, Terrazo floors  were restored to its original state showcasing the geometry &  glamor of the era.

The restoration lasted a little over a year. The renovation architects were able to obtain a permit to install a pool in the backyard. The sale is now pending for 1.4 million. Murray Dixon would be proud of this corner house now, but he would not know how to operate its state of art stainless steel appliances!

Lapis Spa: Oasis no Fontainebleau em Miami Beach

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O Hotel Fontainebleau em Miami Beach — marca famosa na cidade por mais de 50 anos — é parada obrigatória de qualquer pessoa visitando a cidade. E o maior hotel resort de Miami Beach com mais de 1500 quartos. Sua histórica renovacão terminada em 2008 custou 1 bilhao de dólares.  A única forma de  conhecer o Fountainblue é mesmo visita-lo aos poucos. Piscinas, restaurantes, bares, boates badaladas garantem um constante fluxo de gente bonita o ano inteiro.

A minha parte favorita do Fountaineblue é o seu spa, o Lapis!  São dois andares de completa imersão em águas minerais, piscinas aquecidas, saunas e mais de 30 salas de tratamentos terapêuticos, alem de uma academia de ginástica.

O design é assinado por Richardson Sadeki e  seus mais de  3500 metros quadrados sao ocupados por varios ambientes — a sala da piscina aquecida e totalmente construida com mármore. Muito embora Miami ofereca muitas opções excelentes de spas, o Lapis se destaca  por oferecer uma grandiosidade digna da marca e um charme de tempos passados.

Visite:  http://www.fontainebleau.com/web/spa

[Get Lost on Translation at Your Own Risk]

The Lapis Spa: Oasis At the Fountainblue Miami Beach

The Fontainebleau Hotel in Miami Beach – a famous brand in the city for over 50 years – is a must stop for anyone visiting the city. It is the largest resort hotel in Miami Beach with over 1500 rooms. Its historic renovation was completed in 2008 at the hefty price tag of US$ 1 billion.
The only way to know the Fountainblue is to  visit it many times and discover all its joys. Swimming pools, restaurants, bars, nightclubs  provide a steady stream of beautiful people all year round.
My favorite part of the Fountaineblue is its spa, The Lapis! It offers two floors with different types of immersion in mineral waters, heated pools, saunas, gym and 30 treatment rooms.
The spa was designed by Richardson Sadeki and its 40,000 square feet are occupied by various environments — the most impressive is  the co-ed pool  fully build with marble. Although Miami offers many excellent options for spas, the Lapis has its own special place because of its old world grandeur.

50 Biscayne: Ode a Burle Marx

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O “50 Biscayne” é um dos prédios em Downtown que captura a essência da  Miami contemporânea. Tem subtons marcadamente tropicalistas em uma bela tirada de chapéu para o mestre do paisagismo nacional Roberto Burle Marx. Suas colunas coloridas, gigantescas e nada sutis, ancoram o saguão aéreo — que subversivamente   toma 3 andares de céu compartilhando as vistas deslumbrantes da Baia Biscayne no espaço publico. E ali que o dialogo entre arquitetura e paisagismo se torna mais profundo pois é o observatório perfeito para apreciar o  Calçadão de Miami que o paisagista maior do Brasil desenhou antes de sua morte em 1994 em um projeto de revitalização urbana que demorou 15 anos para ser finalizado.

Quando cruzo a McCarthur Causeway rumo a Downtown — passando pelos grandes cruzeiros ancorados e deixando South Beach no retrovisor — vejo a frente o chamado ‘paredão arquitetônico da Biscayne’ com suas torres altíssimas.  Meus olhos pairam no 50 Biscayne, terminado em 2007. Tem voz e perspectiva intelectual e se relaciona com os espaços públicos em sua volta, apesar de ser circulado de outras torres modernas de vidro — uma estética tão em voga no momento. O 50 Biscayne é relevante graças a sua conexão com espaços públicos — é um ode a Burle Marx e ao paisagismo democrático brasileiro.

Assista o vídeo do apartamento que agora estou representando exclusivamente para venda e locação no 50 Biscayne…vistas infinitas do Bayfront Park, Baia de Biscayne e do Atlantico. Pode ser alugado por temporada: email geane@chariff.com

   50 Biscayne: an Ode to Burle Marx

 [Get Lost in the Translation at your risk…]

The “50 Biscayne” is one of the buildings in Downtown that captures the essence of contemporary Miami. It has an overall tone of Brazilian Tropicalism Movement and tips its hat to the master landscape architect Roberto Burle Marx. The building’s columns are massive and they anchor the sky lobby – a public space that subversively occupies three floors and offers breathtaking views of Biscayne Bay. It is in the sky lobby that the dialogue between architecture and landscape becomes deeper. It is a perfect observatory for enjoying the Biscayne Boulevard sidewalks designed by the Brazilian master before his death, in 1994, in a project that took 15 years to be completed by the city of Miami and that the acclaimed architect never got to see.

 When I cross the MacArthur Causeway towards Downtown – speeding by large cruise ships leaving South Beach in my rearview mirror – I see the Biscayne Wall with its soaring towers. My eyes are drawn to 50 Biscayne, completed in 2007. It has voice and an intellectual perspective. It relates to public spaces around. It is an ode to Burle Marx and his democratic designs.

 Watch the video of the apartment that I am listing exclusively for sale and lease on 50 Biscayne … it offers endless views of Bayfront Park, Biscayne Bay and the Atlantic. 

O livrão do St. Regis Bal Harbour

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Uma das minhas coisas favoritas do meu trabalho como corretora de imóveis em Miami é entrar no escritório super minimalista e industrial da minha agência, a Chariff Realy Group, localizada no Miami Design District, e ver alinhados na mesa central de trabalho os  mais incríveis catálogos, livros e brochuras publicados pelo mercado desvairado de propriedades de luxo em Miami. Mantemos uma galeria onde só coisa boa segura lugar! Meu artigo favorito  é o catálogo das famosas coberturas do Saint Regis Bal Harbour. É um livrão com poucas fotos que ocupam a página inteira. Literalmente, a mão viaja pela orla marítima linda desta cidade, e chega lá em cima, em Bal Habour, para encontrar o prédio e suas almejados oito coberturas.  É  mar, onda, palmeira, bicicleta, parasol  em uma das maiores paginas de livro que eu já toquei as mãos. Aprecio seu gigante silêncio, o fato que o livro não vende  o prédio ou as residências. Vende a experiencia objetiva de folhear um livro sobre Miami, sua areia e mar –a essência da razão pela qual moramos aqui.

One of my favorite things in my job as a real estate agent is to arrive at the minimalist and industrial office of Chariff Realty Group in the super cool Miami Design District, and see, perfectly lined on the work table the most outrageous catalogues, books and brochures published by the luxury property marketeers. We curate a gallery and only the best can keep a spot. My favorite item is the Bespoke Collection at the Saint Regis Bal Harbour catalogue. This is big book with very few photos. Literally, the hand travels up the coast of Miami Beach and arrives, up there, in Bal Harbour, to touch the desirable eight bespoken penthouses. It is ocean, wave, palm tree, bicycle, parasol in one of the biggest book pages my hands have ever touched. I appreciate its gigantic silence e and the fact that the book does not sell the building or its residences. It sells the objective magnified experience of flipping a book about Miami, its sand and ocean — the essence of the reason why we live here.